Preservação da Fertilidade


Preservação da fertilidade

Nos dias de hoje, a preservação da fertilidade se tornou algo extremamente importante no âmbito de saúde da população.

Inicia-se a vida matrimonial em idade mais madura, possuem segundas ou terceiras uniões e tudo isso faz com que tenhamos que lidar com a necessidade de ter filhos em fases mais tardias.

Doenças que podem levar a devastação da capacidade reprodutiva:

Exemplo típico é o câncer (entre outras) que pode por si só diminuir o potencial reprodutivo da pessoa acometida. Quando pensamos também nos tratamentos utilizados para a cura desta doença (ex. cirurgias, quimioterapias, radioterapias, etc) encontramos ainda uma nova grande fonte de destruição dos gametas (óvulos e espermatozóides). Diante desse quadro e de diagnósticos mais precoces (inclusive infantis) e tratamentos cada vez mais eficientes, temos uma quantidade grande de pessoas que se beneficiam da sobrevida e/ou cura do câncer e
estão buscando procriar e deixar seus genes para a posteridade. Nessa linha de pensamento dados americanos estimam que nesse ano tenhamos aproximadamente 1 em cada 250  adultos sobreviventes de câncer na infância (Blatt J. – Med Pediatric Oncol 1999).

Associado a isso também lidamos com aparentes quedas de fertilidade dadas pelo estilo de vida, hábitos e substâncias tóxicas que entramos em contato que acabam interferindo na preservação da fertilidade.

Na busca da continuidade e preservação de nossos gametas pode-se contar com técnicas e saídas para a posteridade. Quando pensamos nos homens a coleta seminal por masturbação já é algo feito há muitos anos com resultados muito bons. A literatura já documentou gravidez de espermatozóides congelados há mais de 20 anos.

No âmbito feminino o congelamento de óvulos é uma grande realidade nos dias de hoje com promissores resultados dados pela vitrificação destes gametas. A mulher deve se submeter a uma estimulação ovariana e coleta dos óvulos para o congelamento. Ainda no foco feminino existe a técnica de extração ovariana e congelamento do tecido ovariano para posterior utilização. Essa técnica ainda é pouco difundida, pois seus resultados ainda são iniciais e restritos, não se comparando as outras opções.

Por último, quando falamos em preservação da fertilidade, temos que pensar nas pessoas que já possuem um parceiro e que tem que protelar o sonho de filhos. Essa situação é rotineira em casos de câncer envolvido em que será inicialmente feito todo o tratamento oncológico para programar filhos posteriormente. Nesse caso podemos contar com o congelamento de embriões (espermatozóide do parceiro já fundido ao óvulo).







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