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Fertilização In Vitro

O que é fertilização in vitro por ICSI

Fertilização in vitro por ICSI vem da sigla “Intra Citoplasmatic Sperm Injection”.

O espermatozoide é introduzido no óvulo maduro, por meio de uma microscópica injeção. Esta técnica tornou-se o segundo grande marco na história da ciência da Reprodução Humana Assistida, depois do nascimento de Louise Brown, o primeiro bebê nascido com a utilização da fertilização in vitro.

É um requinte tecnológico da micromanipulação de gametas, semelhante a colocarmos algo dentro de um ovo, sem quebrar-lhe a casca. A microagulha que imobiliza e introduz o espermatozoide no citoplasma ocular tem uma espessura interna de 6 mícrons.

O procedimento é realizado por profissionais treinados e tudo é feito por controle remoto, em menos de um minuto. O advento da ICSI trouxe também avanços científicos fantásticos para ciência da reprodução e para a ciência em geral.

Técnicas de coleta de espermatozoides diretamente do testículo e do epidídimo, de apreensão e capacitação de gametas praticamente imóveis ou mesmo imaturos puderam ser viabilizadas depois da fertilização in vitro por ICSI.

Esta é a técnica utilizada especialmente nos casos de infertilidade masculina, quando a produção de espermatozoides é pequena, rara ou praticamente nula. Com a fertilização in vitro por ICSI, o fator masculino de infertilidade passou, praticamente, a não existir.

Uma vez fertilizado o óvulo por meio da injeção de espermatozoide e formado o embrião, o procedimento é o mesmo da fertilização in vitro. Os riscos que envolvem a fertilização in vitro por ICSI são mínimos, pois os casais submetidos ao procedimento são encorajados a fazer testes para detecção de doenças genéticas, como a fibrose cística.

O que é fertilização in vitro clássica

Esta é a técnica que abrange um grande número de problemas de infertilidade, especialmente aqueles relacionados aos fatores mais graves, tanto do lado feminino quanto do masculino. O chamado “bebê-de-proveta” é uma técnica com a qual se pode obter bons índices de sucesso, com segurança em todo o processo.

A fertilização in vitro clássica é um procedimento realizado em quatro fases:

FASE 1 – Fazemos a estimulação ovariana com o hormônio folículo-estimulante (FSH). O objetivo é estimular o crescimento do maior número possível de óvulos, pois assim aumentam as chances para fertilização e gravidez.

FASE 2 – Um outro hormônio, chamado gonadotrofina coriônica humana (hCG), é utilizado para estimular a maturação dos óvulos.

FASE 3 – Quando atingem o desenvolvimento ideal, estes óvulos são aspirados dos ovários, identificados e selecionados para se unir aos espermatozoides.

FASE 4 – Os óvulos são colocados em um recipiente especial (que na verdade não é uma proveta), para a formação de embriões. Depois de formados, os embriões serão colocados em uma estufa, cujas condições ambientais são similares às da tuba uterina, em geral por 48 a 72 horas, até se formarem os blastocistos (embriões com oito ou mais células).

Quando estiverem amadurecidos, aqueles que apresentarem melhores índices de qualidade serão transferidos para o útero materno, que a esta altura estará preparada para recebê-los.

O que é fertilização in vitro super-ICSI

A técnica de fertilização in vitro ICSI (injeção intracitoplasmática de espermatozoides) foi desenvolvida em 1992 e revolucionou o tratamento da infertilidade. A partir de então, milhares de homens com alterações graves no sêmen puderam realizar o sonho de ser pais. Nos casos de infertilidade masculina grave, na qual o sêmen apresenta alterações severas na quantidade e/ou na qualidade dos espermatozoides, a FIV convencional ou clássica não é possível.

Na fertilização in vitro ICSI, um único espermatozoide é injetado dentro do óvulo, através de uma agulha muito fina. Os espermatozoides são avaliados por um microscópio com aumento de cerca de 400 vezes, selecionando-se aquele com melhor motilidade e aparente morfologia normal. Desse modo, homens com poucos espermatozoides no sêmen se beneficiam dessa técnica.

Em 2007, pesquisas demonstraram que alterações nos espermatozoides têm uma correlação com morfologias anormais, o que explica alguns casos de insucesso na tentativa de gestação. Descobriu-se que, quanto maiores forem as alterações morfológicas, maiores são as anormalidades genéticas nos espermatozoides; consequentemente, menores são as taxas de gravidez.

Assim, foi desenvolvida a técnica de fertilização in vitro super-ICSI. Essa técnica é conhecida mundialmente como injeção intracitoplasmática de espermatozoides morfologicamente selecionados. Nela, os espermatozoides são visualizados com aumento, geralmente, de 6.300 vezes, em microscópios superpotentes com capacidade de aumento de até 20.000 vezes. Consequentemente, os espermatozoides são melhor avaliados em relação à morfologia e só os melhores são injetados. Com a fertilização in vitro super-ICSI, houve aumento das taxas de gravidez e diminuição dos abortos de repetição.

Sabe-se que espermatozoides com altas taxas de fragmentação de DNA apresentam alterações nos vacúolos localizados em suas cabeças. O super-ICSI auxilia a selecionar espermatozoides aparentemente com vacúolos normais e teoricamente com menor taxa de fragmentação de DNA.

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